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    O papel das mulheres como líderes de TI

    Pesquisa mostra que o número de mulheres na liderança de TI está caindo - passou de 15% para 12% em 2007. No entanto, 90% delas reportam diretamente ao CEOwebsite statistics

    A firma de recrutamento Sheila Greco Associates anunciou, recentemente, os resultados de seu estudo 2006-2007 sobre as mulheres no mercado de tecnologia da informação, realizado desde1998. Alguns dos resultados deste ano são desanimadores, enquanto outros prometem mudanças positivas.

    As más notícias:
    1. O número de mulheres na liderança de TI está caindo. O número de mulheres nas posições de liderança de TI (CIO, CTO, VP etc.) caiu de 15% em 2004 para 12% em 2007.
    2. O número de mulheres com o cargo de CIO cresceu minimamente. Em 2000, 7% das respondentes tinham o título. Hoje, são 9%.
    3. Mulheres líderes de TI sentem-se sozinhas. Mais de 50% das mulheres entrevistadas para a pesquisa afirmaram que se sentem isoladas. Consequentemente, elas procuram por modelos, mentores e oportunidades de criar relacionamento com outras mulheres na mesma posição.
    4. As mulheres de TI ainda sentem que têm de provar a própria competência. As respondentes dizem que precisam trabalhar mais que seus pares homens para conseguir subir na corporação e provar que merecem uma promoção. Isto seria insegurança feminina ou discriminação pura e simples? Ou as duas coisas?
    5. Profissionais de TI do médio escalão relutam para entrar em negociações sobre salário. Isto é loucura. CIO.com.br tem uma série de matérias sobre negociação de salário que podem ser úteis se o problema é a falta de dicas.


    As boas notícias:
    1. Mais de 70% das mulheres líderes de TI possuem graduação avançada. O fato de tantas executivas de TI terem graduação de alto nível mostra o valor dado pelas mulheres à formação. Também mostra o ponto 4 citado acima, de que as mulheres sempre se esforçam mais para provar sua competencia e ser promovida.
    2. Líderes mulheres têm equipes de TI mais diversificadas. Os times liderados por mulheres tendem a ser mais diverificados que os liderados por seus pares do sexo masculino.
    3. Elas, cada vez mais, reportam ao CEO. 90% das líderes de TI que responderam à pesquisa reportam diretamente ao CEO.
    4. Eles e elas têm recebido salários compatíveis. Nos Estados Unidos, o salário médio de homens e mulheres na liderança de TI é o mesmo.
    5. Executivas são leais. Elas tendem a ficar por mais tempo em suas companhias. De acordo com a pesquisa, as líderes de tecnologia estão, em média, há nove anos na mesma empresa.


    by Meridith Levinson - Copyright 2007 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados.

    Usando vídeo como fundo de tela - somente no Windows Vista Ultimate

    Microsoft libera DreamScene para brasileiros

    DreamScene: vídeos como fundo de tela no Windows Vista Ultimate

    O programa, que permite usar vídeo com fundo de tela, é para o Windows Vista Ultimate.website statistics

    O DreamScene, que estava em beta havia alguns meses, foi liberado nesta semana. Antes disso, os brasileiros que quisessem baixar esse acessório precisavam instalar, antes, o pacote de idiomas Inglês do Windows Vista. Agora, basta ir ao Windows Update (digite "update" no campo de pesquisa do menu Iniciar) para encontrá-lo na lista de downloads disponíveis. Isso vale apenas para quem tem o Windows Vistas Ultimate Edition, a mais completa e mais cara das edições do Vista. O DreamScene é um dos chamados Extras do Vista Ultimate.

    Depois de instalar o DreamScene, é possível obter um pacote de vídeos para ele no Windows Update. Os vídeos aparecerão entre as opções de configuração do plano de fundo da Área de Trabalho. O visual do DreamScene impressiona. Mas ele consome recursos do micro e pode deixar a máquina mais lenta. Por isso, só recomendo usá-lo em PCs poderosos, e nunca em notebooks alimentados por bateria, já que seu uso eleva o consumo de energia. Os Extras foram divulgados como uma das atrações do Vista Ultimate. Mas só o DreamScene não vale o alto preço dessa edição do sistema, é claro.

    Postado por Mauricio Greco

    Promova a ética

    Equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional é o principal incentivo ao comportamento ético dos profissionais.website statistics

    Com as companhias podem promover o comportamento ético de seus funcionários? De acordo com uma pesquisa recente, a primeira resposta que vem à mente não deveriam ser os treinamentos. A melhor maneira de incentivar os empregados a agirem de forma ética, segundo estudo da Harris Interactive, é ajudá-los a ter um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
    Os números comprovam a ligação entre boas condições e postura ética. Entre os entrevistados, 91% disseram que estariam mais propensos a agir eticamente se tivessem equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Enquanto isso, apenas 16% apontam treinamentos como uma influencia positiva ao comportamento ético.
    O estudo mostra ainda que, para  60% dos entrevistados, a insatisfação no trabalho é a principal razão que leva as pessoas a tomarem decisões pouco éticas no trabalho. Políticas de compensação e horário flexível são fatores-chave para ter empregados satisfeitos.


    By CIO - Copyright 2007 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados.

    Oito tecnologias que põem em risco a segurança corporativa

    Não são poucas as tecnologias de consumo que povoam a vida pessoal dos profissionais e acabam chegando também à corporação. Saiba quais são as mais perigosas e como evitar riscoswebsite statistics

    Eletrônicos de consumo e serviços de alta tecnologia estão ganhando espaço na vida pessoal de diversos profissionais e, de alguma forma, têm se aproximado cada vez mais do ambiente corporativo. E nesse grupo incluem-se smartphones, sistemas de voz sobre IP, memórias portáteis e até a segunda vida virtual.

    Em uma pesquisa recente conduzida com 500 executivos pelo Yankee Group, 86% deles disseram que têm utilizado pelo menos um eletrônico de consumo no ambiente de trabalho por motivações que variam desde inovação à melhoria da produtividade.

    Infelizmente, essa tendência tem apresentado riscos às companhias. Por um lado porque o uso dessas tecnologias pode aumentar o risco de brechas de segurança e por outro, porque podem sobrecarregar o já sobrecarregado departamento de TI.

    Para ajudar sua empresa a decidir como responder a essa realidade, a edição norte-americana do COMPUTERWORLD listou oito populares tecnologias e serviços destinados ao usuário final que invadiram o local de trabalho. Também relata como algumas companhias do mundo estão atingindo o equilíbrio ideal de segurança, produtividade e... sanidade.

    1-) Mensagens instantâneas

    As pessoas têm usado os mensageiros instantâneos para tudo ultimamente, desde garantir que seus filhos conseguiram uma carona para casa até comunicar sobre o tema da próxima reunião com um colega de trabalho. A pesquisa do Yankee revela que 40% dos entrevistados disseram que utilizam mensageiros instantâneos comuns no trabalho.

    Os mensageiros instantâneos trazem vários desafios de segurança. Entre outras coisas, um malware pode entrar na rede corporativa e usuários podem enviar dados sensíveis da companhia por meio de redes inseguras.

    Uma forma de combater essas ameaças é descartar serviços de mercado de IM e utilizar um servidor interno de mensagens instantâneas. A Global Crossing tomou tal atitude em 2005 quando adotou o Live Communications Server (LCS), da Microsoft. Em agosto do ano seguinte descartou o uso de serviços externos de mensagens como aqueles do MSN,
    AOL e Yahoo. Agora todas as trocas internas de mensagens são criptografadas e mensagens externas são protegidas.
    Também é possível partir para uma linha mais dura. O centro médico norte-americano DeKalb, por exemplo, adotou uma política de segurança que bane o uso de mensageiros instantâneos. "O tráfego se resume basicamente a bate-papo e não informações sobre saúde", aponta Sharon Finney, administradora de segurança da informação. A companhia também optou por bloquear a maioria dos websites que permitem o download de mensageiros instantâneos, embora não tenha bloqueado MSN, AOL ou Yahoo, que abrigam caixas de e-mail de muitos médicos.

    A clínica está analisando a idéia de implementar o mensageiro instantâneo do Lotus Notes ou mesmo um serviço como o Jabber em que os usuários corporativos possam se comunicar.

    2-) Webmail

    Dos 500 respondentes da pesquisa do Yankee Group, 50% disseram que usam aplicações pessoais de e-mail para fins corporativos. O problema com serviços destinados a usuários finais - tais como aqueles do Google, Microsoft, AOL e Yahoo - é que os usuários não se dão conta sobre quão inseguras são suas trocas de e-mail. Isso porque as mensagens são transportadas via internet e armazenadas no servidor do provedor também. Sem essa percepção, muitos não tomam precauções devidas sobre enviar dados pessoais como RG, número de passaporte ou informações sigilosas corporativas.
    Uma abordagem para reforçar a segurança no webmail é utilizar uma ferramenta que monitore conteúdo de e-mail utilizando filtros de palavras ou outras técnicas de detecção para gerar alertas sobre brechas em potencial ou simplemente bloquear o envio. A WebEx Communications, por exemplo, está considerando a expansão do uso da ferramenta de prevenção de perda de dados da Reconnex para incluir monitoramento de e-mail, segundo Michael Machado, diretor de infra-estrutura de TI.

     
    3-) Equipamentos portáteis de armazenamento

    Um dos maiores temores dos gestores de TI, segundo os especialistas, é a proliferação de equipamentos portáteis capazes de armazenar dados, como iPods e iPhones.

    Embora seja fácil fechar as portas USB dos computadores dos usuários, muitos gerentes de segurança não recomendam essa prática. "Se as pessoas quiserem subverter o processo, vão encontrar uma forma, mesmo que você coloque barreiras no lugar", ressalta Mark Rhodes-Ousley, arquiteto de segurança da informação e autor do livro "Network Security: The Complete Reference".

    Segundo ele, é mais fácil gerenciar a questão por meio da educação de pessoas sobre a relação entre equipamentos de armazenamento e dados sensíveis. "A maioria dos incidentes que ocorrem não é intencional. Então, é aí que vem a parte da educação", comenta.

    Uma alternativa, ressalta, seria o envio de alertas para os usuários todas as vezes que fosse registrada a tentativa de salvar um dado confidencial.

    4-) PDAs e smartphones

    Cada vez mais funcionários têm aparecido no ambiente corporativo com algum tipo de smartphone ou handheld. Podem ser eles BlackBerry, Treo ou iPhone. Mas quando eles tentam sincronizar seus equipamentos com os calendários ou aplicação de e-mail em seu próprio PC, é possível que ocorram problemas de tecnologia que variam de falhas de aplicação até a temida tela azul da morte.

    "Esses tipos de problemas são coisas mundanas, mas que podem deixar a TI maluca", aponta o arquiteto. Além disso, existe a possibilidade de o funcionário levar o que ele quiser nesses aparelhos quando deixa a empresa ou é demitido.

    Assim como outras companhias, a WebEx minimiza essas possibilidades por meio da padronização de uma única marca ou modelo de PDA e permite que funcionários da organização saibam que a TI vai suportar apenas aquele aparelho.

    5-) Celulares com câmera

    A funcionária de um hospital permanece em um posto de enfermagem casualmente batendo papo com outras enfermeiras. Ninguém percebe que ela tem um pequeno aparelho em suas mãos e que, de tempos em tempos, aciona um certo botão. A cena pertence ao último filme sobre espionagem? Não. É um teste de segurança conduzido pela clínica DeKalb.

    "Um dos testes que fiz foi levar meu celular ao posto de enfermagem e começar a fotografar tudo o que era possível sem ser percebida pelos outros. Eu queria baixar as fotos, melhorar as imagens e ver o que eu conseguia, como informações sobre pacientes exibidas em telas de computadores ou mesmo papéis sobre a mesa", relata Sharon.

    No entanto, a executiva conseguiu apenas a identificação do computador - não o endereço IP - que estava na sala, mas o dado seria suficiente para fornecer dicas ou qualquer tipo de informação quem pretendesse conduzir um ataque.

    Na seqüência, a funcionária adicionou informações sobre essas possíveis ameaças aos seus programas de conscientização de funcionários. Dessa forma, as pessoas podiam ver quão arriscado é expor dados sensíveis.


    6-) Skype e outros serviços de voz sobre IP destinados a usuários finais

    O estudo do Yankee Group mostrou que 20% dos entrevistados disseram que utilizam o Skype para algum fim profissional. Mesmo com configurações corporativas, a ameaça apresentada pelo Skype e por serviços semelhantes é similar àquela dos softwares de consumo baixados ao usuário corporativo.

    "Todas as vezes que você baixa Skype ou qualquer outra coisa, você está introduzindo um novo risco de segurança e a TI está desconfortável com isso", relata Josh Holbrook, analista do Yankee Group.

    A opção mais segura, e que o Gartner inclusive recomenda, é bloquear o tráfego via Skype. Se uma companhia escolhe não fazer isso, deve ativamente investir em algum tipo de controles dos clientes usuários do software. Dessa forma, poderá garantir que o uso ficará restrito apenas aos usuários autorizados.

    7-) Widgets

    Segundo o Yankee Group, os consumidores estão utilizando equipamentos como o Q e o Nokia E62 para baixar widgets, ou seja, pequenos programas que permitem acesso rápido às aplicações web. Esses widgets podem ser rapidamente movidos para PCs, o que, segundo Holbrook, representa outro ponto de entrada ao ecossistema de tecnologia.

    O risco é que esses pequenos programas utilizem o poder de processamento do PC e da rede, além de não serem muito confiáveis para serem baixados. A WebEx mitiga esse risco utilizando uma abordagem em três frentes: educa os usuários sobre os riscos dos downloads de software; utiliza o Reconnex para monitorar o que está instalado nos PCs dos usuários e desabilita alguns direitos padrão de acesso dos usuários, restringindo habilidades de downloads.

    8-) Mundos virtuais

    As empresas já tendem a fazer experiências nos mundos virtuais como Second Life e, dessa forma, TI precisa se tornar mais consciente sobre o acompanhamento de questões de segurança.

    Ao mesmo tempo, utilizar Second Life envolve fazer download de vários códigos executáveis e colocá-los dentro do firewall corporativo. Uma opção, sugere o Gartner, é permitir que os funcionários tenham acesso aos mundos virtuais por meio da rede pública sem fio da companhia ou encorajá-los a fazer isso de casa. Uma terceira opção para as companhias é avaliar ferramentas para criar seus ambientes próprios virtuais capazes de serem hospedados internamente dentro do firewall corporativo.


    By ComputerWorld - Copyright 2007 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados. 

    Comunidade Carioca de TI - cada vez maior e mais unida!

    No dia 15/09 no auditório da NSI Training, no centro do Rio, estiveram presentes vários membros da Comunidade Carioca de TI, para discutirmos vários temas, como:website statistics

    1)      Eventos realizados no primeiro semestre de 2007;

    2)      Projetos futuros;

    3)      Eventos futuros;

    4)      Parcerias e patrocínios;

    5)      Trabalhos de MSP´s, MVP´s, evangelistas e Influenciadores em geral;

    6)      Trabalho dos Grupos: Code4all, Café.NET, MS-InfraRio e WITS Brasil;

    7)      Criação do portal CommunityXtreme;

    8)      Divulgação de artigos técnicos criados por membros da Comunidade;

    Foram discutidos outros temas e assuntos relativos ao trabalho que estamos realizando, os frutos colhidos e a repercussão com matérias em jornais (O Globo, etc.) e em revistas (PC&Cia, etc.), além da matéria que será publicada no site TIMaster.

    Na ocasião estiveram presentes:

    ·         MVP Paulo Roberto Sant´anna Cardoso (que está assumindo uma posição de liderança no Grupo MS-InfraRio);

    ·         MSP Lead Ricardo Guerra (Líder do Grupo Code4all);

    ·         Alexandro Prado (Líder do Grupo MS-InfraRio);

    ·         MSP Marcos Aguiar (que também é um dos líderes do Grupo MS-InfraRio);

    ·         MSP Rodrigo Moreira;

    ·         MSP Lucas Massena;

    ·         MSP Anderson Ferreira;

    ·         MSP Weliton Jr (que é Líder do Grupo WITS Brasil);

    ·         Obadias Mattos (Vice líder do WITS Brasil);

    ·         Márcio Bergami (Assistente do Professor Laércio Vasconcellos, e que tornou-se moderador do Grupo MS-InfraRio);

    ·         Claudio Ralha (Autor de diversos artigos em sites e autor de livros);

    ·         Luciano Reis (Líder do Grupo Code4all)

    Foram convidados ainda, mas infelizmente, não puderam comparecer:

    ·         Jorge Luiz (Líder do Grupo Café.NET, de Pati de Alferes);

    ·         MVP Márcio Elias (do site Linha de Código);

    ·         Além de membros de grupos e influenciadores ativos na Comunidade;

    Essa reunião intitulada “1º da Comunidade Carioca de TI”, foi apenas o primeiro de uma série que se tornará periódica e cada vez maior, com a presença de outros membros, de outros grupos e de pessoas ligadas à Comunidade.

    Mais uma vez o trabalho está rendendo bons frutos, pois temos formado bons amigos, alianças entre pessoas com o mesmo ideal e além de tudo pessoas que sabem da importância de seu papel na Comunidade de TI e na sociedade em geral. Assim como outros grupos de outros estados do Brasil, o Rio de Janeiro está cada vez mais integrado e coeso.

    Vale ressaltar a importância de reuniões como essa para estreitar laços de amizades e fortalecer as atividades realizadas por nós.

    Comunidade Carioca de TI: cada vez mais unida! 

    O mal que assombra profissionais de TI

    Pesquisa aponta que empresas deveriam criar treinamentos ou programas específicos para lidar com o estresse, tão comum entre os profissionais dessa áreawebsite statistics

    Tão comum entre profissionais de tecnologia da informação, o estresse não está sendo encarado como deveria pelas companhias. Segundo sugere um novo estudo canadense, as empresas deveriam investir mais em programas específicos de assistência a funcionários de TI, já que muitas vezes esse é um problema difícil de ser gerenciado sem ajuda profissional.
    A pesquisa foi conduzida por um grupo da Universidade Richard Ivey School of Business, da região canadense de Ontario e não envolveu uma grande amostra: apenas 14 pessoas. No entanto, foram entrevistas profundas que resultaram em mais de 100 páginas de transcrições.
    Segundo a professora  Nicole Haggerty, as entrevistas buscaram analisar o tipo de carga de trabalho, a quantidade de aprendizado e os mecanismos de confronto que esses profissionais chegavam a utilizar para encarar frustrações ou decepções.
    Os pesquisadores descobriram que os profissionais de TI mais bem sucedidos utilizaram uma combinação de estratégias focadas em resolução de problemas e confronto de emoções. Gerenciar problemas tem a ver diretamente com pensar em ações específicas para solucionar as questões, enquanto confrontar emoções envolve buscar distração, relaxamento ou suporte social. Segundo Haggerty, para profissionais de TI gerenciar as emoções é um tanto mais difícil.
    "Profissionais técnicos são muito bons enquanto trabalham com seus pares. Existem simpatias natas. Todos compartilham daquele momento", diz. "No entanto, buscar suporte social fora desse grupo é difícil", assinala.
    Nesse contexto, resgatar esse lado emocional e lidar com o estresse pode ser algo difícil para os profissionais de TI realizarem por conta própria. A especialista afirma que espera ver, em breve, mais empresas oferecendo programas ou treinamentos capazes de dar aos gerentes de TI recursos para lidar com seu estresse.

    Origem da pesquisa
    O projeto de estudo teve origem no trabalho de Hsing-Yi Tsai, estudante de doutorado da universidade e que anteriormente trabalhou no departamento de tecnologia de uma empresa norte-americana. A base de sua formação está em sistemas de gerenciamento de informação.
    "De alguma forma eu sempre estive cercada pelo pessoal de TI na minha experiência anterior (ao doutorado). Acredito que é por isso que estou pessoalmente interessada no assunto. Escrever alguma coisa sobre isso é uma maneira de cuidar deles", comenta.
    A pesquisa também recomenda que as companhias olhem para o otimismo como um traço de personalidade principal no momento de recrutar funcionários de TI que demandam atualizações em tecnologia intensas e constantes. Isso porque muitos deles não lidam bem com tais situações.
    "Em tecnologia, a curva de aprendizado pode ser destruidora de competências. Em vez de ampliar, os profissionais acabam mantendo o mesmo nível de habilidades. Isso eleva a quantidade de estresse", destaca.
    No entanto, tal dificuldade não é exclusividade de TI. Isso também pode ocorrer em outras áreas do negócio, como marketing e finanças. Dessa forma, ressalta a pesquisa, é algo que deve ser analisado com atenção pelas companhias.


    Há um complô contra você – o que fazer sobre isto?

    As pessoas com quem você deveria trabalhar estão contra você. Conheça três táticas para driblar esta situaçãowebsite statistics

    Se alguns sinais citados na primeira parte da matéria parecem descrever exatamente o que está acontecendo com você, é melhor continuar a caminhada. Quanto mais sinais você percebe, mais perigosa se torna a situação. Aqui estão três possíveis saídas.

    1 – Procure outro emprego
    Sinto por não tirá-lo do fogo, mas, se você descobriu mais do que cinco sintomas de risco na sua companhia, pode ser muito tarde para salvar seu emprego. Neste caso, talvez seja hora de procurar emprego em outro lugar. E tudo bem se você não for tão orgulhoso a ponto de reconhecer que o seu número dois é melhor do que você e aceitar um outro cargo dentro da mesma empresa. 

    2 – Reaproxime-se dos pares
    Mais freqüente do que parece, um complô de TI não acontece apenas porque você tem um cargo de liderança. Pode ser que você não esteja em sintonia com os negócios. Ironicamente, você pode perder o contato com as pessoas de negócio por trabalhar demais ou viajar muito. "Você pode estar fora a trabalho, mas se você tirar os olhos da bola, seu desempenho pode ficar aquém das expectativas", diz Rubenstrunk, da Korn/Ferry International. Para solucionar a questão, comece convidando com mais freqüência seus pares para almoçar e para discutir estratégias, mostrando que está centrado nos negócios antes de tudo. A tecnologia vem em segundo lugar. No departamento de TI, comece a observar mais as pessoas. Mesmo se as coisas estiverem caminhando do mau para o pior, você sempre terá subordinados fiéis para contar o que está indo mal.

    3 – Promova-se
    Se foi você quem trouxe e que eleva todas as estrelas do seu time, por que considerar que eles não são fiéis? De acordo com Susan Cramm, executive coach e colunista da CIO, você deve estar atento a isto e trazer também para você mesmo os méritos desse funcionário. "Se o segundo tem feito coisas boas, faça-as também", ela recomenda. "Ao promover o feito, diga 'nós fizemos' e não 'ele fez'".

    Não sabe se existe um complô? Leia também "Como detectar um complô contra você"


    Paranóico enquanto navega na internet

    10 razões para você ser paranóico sobre a vulnerabilidade de seus dados e a potencial perda de privacidade.website statistics

    A verdade está aí - e seus dados também. Mesmo sem helicópteros virtuais te seguindo, não significa que as pessoas não sabem quem você é ou o que você está fazendo.

    De chefes-espiões a corporações assustadoras, há tantas razões para ser paranóico sobre a vulnerabilidade de seus dados e a potencial perda de privacidade.

    Para te ajudar a medir o nível apropriado de histeria, classificamos cada ameaça em nosso Medidor de Paranóia, utilizando uma escala de um a cinco. No caso de uma pontuação mais baixa, o significado é “Não se preocupe, seja feliz”. Já se o medidor atingir o número máximo, a mensagem é “Fique com medo. Muito medo”.

    Embora a iniciativa seja bem-humorada, as situações relacionadas à privacidade nem sempre são divertidas.

    “Você pode enxergar uma paranóia como apenas uma boa forma de ter um amplo horizonte”, declarou o diretor de estudos de políticas da informação do Cato Institute, Jim Harper. “Há incentivos para que as práticas relacionadas a dados sejam excessivas no futuro. Ser paranóico hoje é ser racional em se proteger amanhã.”

    Confira a seguir dez formas de treinar a sua paranóia.

    Paranóia nº 1: Seu chefe está te vigiando

    Razão nº 1: Privacidade e trabalho não combinam

    Você já teve a sensação de que seu chefe está te espiando? Seu instinto está certo. E quanto maior for a empresa, mais provável que ela monitore os e-mails, comunicadores instantâneos e sites que os empregados acessam.

    De acordo com uma pesquisa de 2005 da American Management Association e do The ePolicy Institute, a cada quatro empresas, três monitoram a navegação de seus funcionários na web - e mais da metade rastreia seus e-mails.

    Além disso, a cada quatro empresas, uma declara ter demitido empregados por abuso de e-mails, e outros 25% dispensaram seus funcionários por navegação inapropriada.

    Você pensa que um blog é seguro para divulgar sua opinião? Pense mais uma vez, pois 2% das empresas demitiram empregados devido a posts ofensivos em blogs, de acordo com a edição de 2006 da pesquisa.

    Há ainda a checagem das áreas “secundárias” do computador (80% das empresas o fazem, de acordo com o Spherion), câmeras de vigilância e dispositivo GPS no carro da empresa.

    Isto não significa que os empregados são ruins, mas que eles têm muito com o que se preocupar: troca de segredos por e-mail e apresentação inapropriada de empregados podem resultar em um processo por mensagens ou navegação imprópria.

    Há uma pressão enorme para companhias expandirem a vigilância no local de trabalho, segundo o autor do livro “The Naked Employee: How Technology Is Compromising Workplace Privacy”, Frederick Lane.

    “O maior problema é que aumentar a vigilância inevitavelmente coleta informações que não se relacionam ao trabalho dos funcionários, e dá aos administradores a oportunidade de tomar decisões sobre eles - contratar, demitir, promover, etc. - baseadas em critérios além da qualificação e do desempenho profissional”, diz Lane.

    Nível de paranóia: 4

    Paranóia nº 2: O Google sabe o que você pesquisou no verão passado

    Razão nº 2: Cobiçar seus dados pessoais é a ocupação desta empresa

    Há pouco tempo, o Google era apenas um querido mecanismo de busca. Agora, ele é um monstro de dados - e suas informações pessoais são sua carne.

    A aquisição pendente do DoubleClick deu nova luz à quantidade de dados que a empresa controla - do histórico de buscas a e-mails, calendários, blogs, vídeos e muito mais.

    A questão é: o que o Google irá fazer com esta vasta quantidade de informações? O advogado de privacidade global da empresa, Peter Fleischer, aponta que o Google desafiou, sozinho, o Departamento de Justiça em janeiro de 2006, quando este pediu milhões de termos de busca dos quatro principais buscadores do mercado. E o Google concordou, voluntariamente, a tornar anônimos os dados de busca que retém após 18 meses.

    Mas os defensores da privacidade estão longe de ser convencidos. A próxima vez que alguém pedir que o Google mostre seus bens, a empresa pode não prevalecer. E se o Google não foi adquirido ou dividido em bits, os dados podem ser sua mercadoria mais valiosa.

    Há algo ainda pior: o Google Desktop pode representar um risco de segurança aos dados de seu disco rígido. Uma pesquisa de junho deste ano, do Ponemon Institute, mostra que mais de 70% acreditam que o Google Desktop ainda é vulnerável a ataques que usam scripts maliciosos em múltiplos sites.

    A solução? Tome cuidado sobre como você usa os produtos do Google. Se duvidar, desconecte.

    Nível de paranóia: 4

    Paranóia nº 3: Há um fantasma em sua caixa de entrada

    Razão nº 3: Cada chamada pode ser uma conferência com o Tio Sam

    Você se lembra quando a CIA era uma força escura, malevolente, que se escondia nas sombras, grampeando os telefones e lendo as cartas pessoais de norte-americanos? Bem, estes “fantasmas” estão de volta.

    De acordo com uma conta feita pelo jornal The New York Times, os chamados fantasmas estão combinando bilhões de gravações eletrônicas em busca de padrões que possam identificar o comportamento de terroristas.

    A Electronic Frontier Foundation, por exemplo, está processando a AT&T por permitir que estes fantasmas acessem seus centros de dados, e o governo está tentando cancelar o processo sob a afirmação de que estas informações são segredo de Estado.

    ”Até recentemente, não tínhamos que nos preocupar com o governo nos espiando”, declarou o diretor da consultoria de privacidade Ponemon Institute, Larry Ponemon. “Mas hoje em dia, se alguém decide que você é uma ameaça ou se não gostam de você por alguma razão, você não pode viajar de avião”, explica.

    Nível de paranóia: 3

    Paranóia nº 4: Ladrões de informação estão estragando seus dados

    Razão n º 4: Vendedores de informações falsas colocam o “crédito” ao tirar o crédito de sua reputação.

    Qualquer um que te peça dados para checagem de crédito - ou os forneça a outros - possui uma tonelada de informações sensitivas sobre você, que podem não ser precisas e são altamente vulneráveis a quedas. Isto inclui corretores de dados, agências de crédito, bancos e, entre outros, seu chefe.

    Um estudo feito em 2004 pelo Public Interest Research Group, dos Estados Unidos, mostrou que 80% dos relatórios continham erros e que um em cada quatro era sério o suficiente para impedir alguém de conseguir crédito ou até um emprego.

    De acordo com o Privacy Rights Clearinghouse, em torno de 160 milhões de norte-americanos já tiveram informações pessoais sensíveis expostas por ruptura de dados desde janeiro de 2005.

    Mas o que fazer? Descubra que informações sobre você estão circulando. Se conseguir uma cópia de seu relatório de crédito, corrija os erros e opte por abandonar listas sempre que possível - a maioria dos corretores permite que nomes sejam removidos de suas listas de marketing. Em setembro, o ReputationDefender está lançando o serviço MyPrivacy, que tira as pessoas das listas de corretores mediante pagamento de uma pequena taxa.

    Moral da história: mantenha os amigos perto e os corretores de dados mais perto ainda.

    Nível de paranóia: 3

    Paranóia nº 5: A evidência está em você mesmo

    Razão nº 5: Aquela carta nas mãos do seu médico pode ser prejudicial à saúde

    Se uma agência de segurança está te espiando, provavelmente você está conectado, de alguma forma, a uma investigação terrorista - mesmo que seja apenas porque você convidou seu vizinho nos Estados Unidos, Ahmed, para um churrasco.

    Mas a polícia pode te investigar por todos os motivos. Desde o 11 de setembro, muitos grupos dos EUA passaram a ser investigados por “terrorismo doméstico”.

    Os agentes do FBI podem, nos EUA, enviar cartas de segurança nacional a funcionários, bancos, provedores de internet ou qualquer outra entidade, sem justificativa prévia. Quem recebe a correspondência deve colaborar com o FBI e não notificar à pessoa em questão que ela está sendo investigada. Entre 2003 e 2005, foram enviadas mais de 140 mil cartas deste tipo, de acordo com um relatório do Departamento de Justiça.

    Você pode ser absolutamente correto no país e ainda receber uma carta. Ainda se sente paranóico?

    Nível de paranóia: 4

    Paranóia nº 6: Grande quantidade de zumbis

    Razão nº 6: Hackers, crackers e phishers - precisa dizer mais?

    Estamos em meio a uma epidemia de zumbis que não parece diminuir o ritmo. Durante a segunda metade de julho, o volume de spams com variações de um worm chamado Storm cresceu dez vezes.

    O resultado é uma rede de zumbis estimada em 1,7 milhões de PCs, segundo a SecureWorks. Este número é grande o suficiente para causar sérios danos à internet.

    O grau de seu risco pessoal depende quase totalmente do que você faz ou não online, de acordo com o diretor de produtos da Symantec, Bill Rosenkrantz.

    “Por um lado, os crackers estão aí e são criativos para lucrar com o que há disponível financeiramente para eles”, diz Rosenkrantz. “Por outro lado, você tem controle suficiente sobre isto. Se você não faz download de arquivos em seu sistema aleatoriamente, possui uma solução de segurança completa em seu desktop e mantém seu browser e sistema operacional atualizados, o risco é provavelmente três em uma escala de cinco - mas se você não faz isso, seu risco vai para 5”, afirma.

    Nível de paranóia: 3

    Paranóia nº 7: Hollywood quer te exterminar

    Razão nº 7: Aprisionar o último single do 50 Cent pode se traduzir em tempo

    Embora indústrias de música não estejam te espionando, no caso da Recording Industry Association of America e a Motion Picture Association of America, eles têm gente pra isso.

    Especificamente empresas como a BayTSP e a SafeMedia, estas se infiltram em redes P2P para gravar os IPs dos “trocadores” de músicas, junto aos tipos e números de arquivos que estão compartilhando. Um endereço IP não é uma prova positiva de sua identidade, mas é o suficiente para a maioria dos processos civis.

    Se você não usa redes P2P, provavelmente está a salvo. Caso contrário, utilizar redes anônimas de IP, serviços de web proxy ou conexões Wi-Fi abertas pode tornar sua identidade muito mais difícil de traçar, segundo o tecnólogo da Electronic Frontier Foundation, Peter Eckersley.

    Em todo o caso, tendo em vista diversos processos, é sempre bom ter o telefone de seu advogado em mãos.

    Nível de paranóia: 2

    Paranóia nº 8: Seu provedor de internet sabe demais

    Razão nº 8: Logaritmos detalhados de tudo que você já fez online

    Sendo a porta de entrada para a comunicação pessoal na internet, as empresas provedoras de internet poderiam criar logaritmos detalhados de tudo que você já fez online: e-mails, navegação, comunicadores instantâneos e outros.

    O potencial para utilizar estas gravações em investigações criminais (ou algo pior) é grande, o que justifica alguns advogados pedirem uma lei que exija que os provedores retenham os dados do usuário por um ano ou mais.

    “Nós confiamos mais nos provedores do que deveríamos”, diz o diretor de estudos de políticas da informação do Cato Institute, Jim Harper. “Você pode não ver, mas existe uma grande correnteza de dados saindo de sua casa para os provedores. É bobagem confiar que eles irão nos proteger de seus próprios interesses ou do interesse do governo.”

    E são os interesses de terceiros que causam arrepios nos usuários. “Já ouvi que alguns provedores estão revendendo dados anônimos de seu tráfego”, acrescenta Harper.

    Nível de paranóia: 3,5

    Paranóia nº 9: Sua conexão Wi-Fi está completamente aberta

    Razão nº 9: Você tem uma conexão Wi-Fi segura? Bom para você. Mas seus vizinhos podem não ter tanta sorte.

    De dez redes de comunicação pessoais, três são inseguras, de acordo com uma pesquisa de 2006 da Wi-Fi Alliance. A maior surpresa é que a cada quatro redes Wi-Fi corporativas, uma está totalmente aberta, revelou uma pesquisa de maio de 2006 da RSA.

    A RSA descobriu ainda que de 20% a 30% dos pontos de acesso na maioria das cidades pelo mundo utilizam o nome de usuário e a senha fornecida por seu fabricante, permitindo aos que entendem do assunto fazer o login no dispositivo e alterar sua configuração de segurança.

    Além de diminuir a velocidade de transferência de dados, as pessoas que exploram conexões wireless enquanto transitam pela cidade podem explorar a sua para enviar spams, fazer downloads e acessar suas pastas compartilhadas.

    Utilizar uma rede Wi-Fi aberta não é seguro também. Você poderia se conectar à rede de um espaço público, conectando-se a algo configurado para se passar por uma rede legítima - mas operada por alguém com um laptop e um ponto de acesso móvel, nota o vice-presidente da Secure Computing, Paul Henry.

    Seus dados, senhas e outras informações sensíveis poderiam ser roubados - o cracker ainda poderia ter acesso à sua rede corporativa ou até mesmo roubar sua identidade.

    Se a internet em sua casa ainda não está fechada, é hora de fazê-lo. E caso você precise acessar redes Wi-Fi abertas, utilize criptografia do início ao fim para os dados mais sensíveis.

    Nível de paranóia: 2,5

    Paranóia nº 10: Você é seu pior inimigo

    Razão nº 10: Ter 185 milhões de amigos pessoais também tem seu lado ruim

    Quando a questão é compartilhamento de informações pessoais (às vezes pessoais demais), muitas pessoas são seus próprios piores inimigos.

    Tudo bem publicar todos os seus dados online. O problema surge quando, em uma grande entrevista de emprego, te pedem para explicar como você foi parar em um vídeo constrangedor.

    Aproximadamente um a cada cinco contratantes olham uma rede social ao tomar decisões em uma seleção, segundo uma pesquisa da rede social européia Viadeo. E com a proliferação destes sites, o número tende a crescer.

    “Em geral, as pessoas deveriam se preocupar mais com a imagem que divulgam em sites como MySpace ou Facebook”, diz o diretor da Privacy Rights Clearinghouse, Beth Givens. “Cada vez mais empresas buscam estes perfis, e você não vai querer parecer um bêbado na praia.”

    Ok, você é maravilhoso - mas é preciso detalhar isto ao mundo? Talvez seja a hora de considerar ser um pouco mais anti-social.

    Nível de paranóia: 2


    Por Dan Tynan (editor do InfoWorld em São Francisco) - Copyright 2007 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados.