Weliton's profileWeliton Gonçalves Cunha ...PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
Devido o 'caso CISCO' o mercado de redes se rearticula
A delicada situação em que se envolveu a empresa Cisco (fabricante de soluções de conectividade, segurança de dados, telefonia IP e backbones de redes) com as autoridades brasileiras, na última semana, suscitou temores sobre o futuro do mercado de redes no Brasil. Tal apreensão é, aliás, justificável, uma vez que o episódio ainda tem potencial para trazer muitos desdobramentos negativos. E olha que nem estou falando de méritos legais, já que isso afetará apenas os protagonistas do mesmo e quem eventualmente estiver envolvido.
O pior é para quem, apostando na evolução das redes 3G, incluindo aí o esperado WiMAX, não ter idéia do que virá pela frente. Embora o Brasil ainda esteja engatinhando nessa área, é inegável que a participação da Cisco em tudo que é equipamento destinado a fazer a internet funcionar no País, é maciça. Afinal, ela é líder mundial. O que nos torna altamente dependentes da multinacional nesse quesito. A propósito a Cisco, segundo os melhores especialistas, como o engenheiro Eduardo Prado, andava ensaiando investir mais em WiMAX, muito embora tenha sido o último grande vendor de rede a aderir à tecnologia.
Se por um lado, vários segmentos da imprensa especializada continuam tentando apurar os fatos para saber o que realmente virá por aí (e só conseguem pronunciamentos frios de assessores), por outro, empresários do setor procuram interagir intensamente entre si. Uns buscam dimensionar melhor a situação, outros rearticulam seus negócios e estratégias. Contudo o ‘ensurdecedor’ silêncio que impera no mercado tem motivado várias especulações.
Mas isso não é o que causa mais estranheza, já que, segundo a Polícia Federal, mais de 30 empresas nacionais e estrangeiras estão em sua lista, incluindo parceiros. Por isso dá para compreender porque muitos estão ‘calados’. A falta de maiores informações tem levado alguns veículos especializados a ficar dissecando o caso Cisco, em minúcias, como se editorias policiais fossem trazer alguma solução. Prescindindo até do foco editorial para se embrenhar em assuntos destinados ao jornalismo de variedades.
Não estou dizendo para a imprensa deixar de cumprir seu papel de ‘ informar’. Porém não pude deixar de observar certo oportunismo em algumas publicações. O que precisa ser respondido com precisão, responsabilidade e ética é: como vão ficar os players que mantinham relações comerciais com a Cisco, entre eles o governo federal? Eles terão o que temer se continuarem comprando da Cisco? Que segurança têm aqueles que não estão envolvidos com o escândalo, de não serem confundidos como parte do esquema?
Alguns precipitadamente andam afirmando que a Cisco Brasil e a Mude estariam liquidadas, ou que perderiam seus melhores clientes. A maior parte dessas notícias é puro factóide e sensacionalismo barato. Pode até ser que um ou outro comprador suspenda temporariamente os pedidos, procure outro fornecedor, ou esteja em dúvida sobre o que fazer. Mas quando foi que nesse País corrupção foi motivo para liquidar alguém? Se assim fosse o PT, bem como os envolvidos nos escândalos do Mensalão e Sanguessugas teriam afundado. Mas não foi isso o que ocorreu.
Não pretendo, em absoluto, oferecer um ‘ode’ a impunidade ao contrário, a meu ver tudo deve ser apurado a fundo, mas convenhamos, explorar o acontecido, para alguns, é ‘cuspir no prato em que comeram’. Crimes de grande envergadura são cometidos com freqüência no País, e nem por isso os que hoje se aproveitam do clima tempestuoso no mercado de TI, deram muita atenção a esses fatos.
Muito mais proveitoso, agora que a ‘porta já está arrombada’, não é ficar fazendo manchetes garrafais sobre o óbvio, mas sim ajudar a clarear as coisas prestando um serviço útil à sociedade. Por essas razões é que sempre foi adotado uma postura de seriedade perante o leitor, sem ficar apelando para informes não confirmados com o intuito de meramente elevar sua audiência. Já foi o tempo que esse tipo de expediente passava despercebido ou era tolerado. Mesmo porque a Cisco divulgou nesse final de semana, a libertação de Pedro Ripper, presidente da companhia. Segundo a nota, não houve até agora qualquer acusação formal. Além disso, dizem aguardar o retorno do executivo às suas funções normais para dar continuidade ao atendimento a seus clientes.
Evidentemente que as informações divulgadas tiveram o claro objetivo de tranqüilizar o mercado, contudo, por mais que seja uma atitude sensata por parte da empresa, dizer que tudo voltará à normalidade é muito prematuro. Ainda que as coisas sejam minimizadas pela defesa de cada funcionário, os percalços para os atingidos só estão começando.
Entretanto, a carga explosiva contida nessas investigações certamente influenciará um redesenho no mercado de redes, que a propósito já começou. A hora é crucial para os que estão sendo forçados a se reposicionar. Não pretendo fustigar a ferida alheia, mas a realidade é que a concorrência dará suas cartadas, aproveitando o vácuo deixado pela Cisco.
Pode até ser que depois que a poeira baixar, e os empresários perderem o medo de voltar às negociações, a Cisco retome o ritmo mas isso vai depender dos desdobramentos do caso e principalmente do que acontecer com a multinacional no exterior. Todavia existe também o risco elevado de nada mais ser como antes. Postado por Alice Ramos, na coluna 'Colocando os pingos nos is' Grandes conselhos sobre carreira que ignorei (e fiquei feliz por isso)Quantas vezes você já ouviu conselhos como “dê tempo ao tempo” ou “pague suas dívidas”? Boa parte do senso comum sobre como ter sucesso é apenas barulho e uma trajetória diferente do tradicional pode dar ótimos resultados. Muitos dos líderes de TI seguiram caminhos distintos, ignoraram conselhos clássicos e driblaram tendências dominantes para encontrar o que funcionava para eles. Nem sempre os conselhos tradicionais dão certo. Conheça histórias (algumas exóticas) de profissionais que fizeram tudo ao contrário e chegaram ao topo. (...)
Postado por Mary K. Pratt – Computerworld, EUA / Copyright 2007 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados. 1º Ciclo de Palestras Microsoft em São Pedro da Aldeia (RJ)
“Vocal Joystick” usa a voz para comandar o computador: Equipamento permite usar sílabas e vogais como substitutos do mouseDesenvolvido por uma equipe da Universidade de Washington, nos EUA, o Vocal Joystick é um equipamento que permite o uso da voz para controlar o movimento do cursor do mouse na tela do computador. O aparelho é capaz de detectar mais de 100 “sons” por segundo e transformá-los instantâneamente em movimento na tela. Sons como "ah," "ee," "aw" e "oo" movem o cursor, e “k” e “ch” simulam o clique do mouse. Testes apontam que um usuario treinado no software, que requer apenas um microfone e uma placa de som, pode ser tão rápido e eficiente quanto uma pessoa usando um mouse comum. Há versões do software para navegar na web, desenhar na tela, controlar um cursor e até jogar video-games. Uma nova versão, que permite controlar o movimento de um braço robótico, está sendo desenvolvida. Segundo Jeffrey Billmes, um dos pesquisadores envolvidos com o projeto, em comparação com outras soluções de acessibilidade o Vocal Joystick tem várias vantagens: não requer hardware especializado, pode ser usado por qualquer pessoa capaz de falar, não importa o tipo de deficiência motora que ela tenha, e o reconhecimento de sons é muito mais rápido e preciso que os sistemas tradicionais de reconhecimento de voz.
Posted by Olhar Digital! Já imaginou seu cérebro conectado à Internet?Ian Pearson, futurólogo da British Telecom, faz suas previsões para o desenvolvimento da tecnologia. Você pode não concordar com ele. Pode mesmo não acreditar em nada do que ele diz. Mas a British Telecom acredita. Ian Pearson é o futurólogo de plantão da BT, a gigante das telecomunicações do Reino Unido. Pearson é pago para imaginar aonde as tecnologias atuais irão nos levar. Inteligência Artificial, modificação genética do ser humano, vírus inteligentes, civilizações imaginárias, a Second Life 10.0 e cenários terríveis como o do Exterminador do Futuro fazem parte do vasto leque de possibilidades na mira deste cientista. De posse de novas informações, todos os anos ele atualiza a sua Linha Tecnológica do Tempo, onde se lê que a seleção inglesa de futebol irá perder para jogadores robôs em 2051. Nesta entrevista exclusiva feita por telefone desde Londres, onde mora, Pearson fala sobre o seu ofício, pondera sobre os problemas para entender as máquinas inteligentes quando estas surgirem, e alerta para os grandes dilemas ético-morais decorrentes do avanço tecnológico que a Humanidade terá, mais cedo ou mais tarde, que enfrentar. (...) Exibir artigo completo... (by Peter Moon) Ajuste com .NET Compact Framework o volume do seu toque de celular de acordo com o som ambienteVocê está sentado em um bar, à tarde, aproveitando um momento de tranqüilidade e bebendo um café, quando o seu telefone começa a tocar. É claro que o volume do celular foi definido no máximo, e o toque é tão alto que você quase derrama o café. Então, você abaixa o volume.
Mais tarde, no mesmo dia, você está esperando um amigo, que ainda não chegou. Ele esqueceu em que lugar vocês combinaram e liga para ver onde você está. Infelizmente, você não atende à ligação porque não ouve o telefone tocar. O problema: o volume do toque ainda estava tão baixo que você não ouviu por causa do barulho do local. Isso é ridículo quando levamos em consideração que os celulares atuais possuem muito mais poder de processamento do que o primeiro PC que usei para a gravação de áudio em vários canais. Parece-me que, com os dispositivos móveis inteligentes de hoje, capazes de fazer tantas coisas e de acessar tantas informações, esse problema não deveria existir. No entanto, todos que possuem um celular já tiveram esse problema de uma forma ou de outra. A maneira óbvia de resolver o problema é lembrar de mudar as configurações de volume. A opção de mudar o volume do toque é, presumivelmente, lidar com as diferenças acústicas de vários ambientes, mas a funcionalidade não faz isso. Os dispositivos deveriam ser capazes de agir com um pouco mais de bom senso. É simples: não quero que o meu celular toque muito alto em um ambiente silencioso e quero poder ouvi-lo em um local barulhento. Este artigo trata das possibilidades e da viabilidade de um aplicativo do Windows Mobile que ajusta o volume do toque de um Pocket PC automaticamente, com base no nível de ruído do ambiente. A funcionalidade desse aplicativo impede que o telefone tenha um toque muito alto ou muito baixo, evitando que eu passe vergonha ou perca as ligações. Neste artigo, usarei esse problema como uma introdução ao desenvolvimento do Windows Mobile usando o Visual Studio 2005 e o C#. ![]() Envergonhado porque o seu telefone toca muito alto?
Wi-Fi na camisetaJá dá para sair por aí vestindo um detector de redes sem fio. A americana ThinkGeek, parte da SourceForge, desenvolveu uma camiseta que permite identificar se há sinal do Wi-Fi (e qual a sua intensidade) sem ter de ligar o notebook ou usar outro tipo de dispositivo específico. O segredo da empreitada não está no tecido. A camiseta é das mais comuns, feita de algodão e disponível apenas na cor preta. Na verdade, ela embute um dispositivo para captar redes 802.11b e g, que é movido por três pilhas AAA. Há ainda um decalque que muda de cor conforme a intensidade do sinal do Wi-Fi. Mas para quem está atrás de praticidade, o apelo da idéia vai embora na primeira tentativa de lavar a camiseta. É preciso remover o dispositivo, o decalque... A própria fabricante dá a dica de quem é o seu verdadeiro público: "finalmente você conseguirá toda a atenção que merece enquanto os outros olham pra você como o Deus do Wi-Fi". Interessado em se tornar um? O investimento não é do mais altos, a camiseta custa 29,90 dólares... Na Internet vítima pode virar réuCom o crescimento, ainda que tímido, das redes de alta velocidade sem fio, segurança na Internet voltou à pauta do dia no Brasil. Contudo isso não chega a ser uma novidade, pois desde o início do ano muitos alertas, pesquisas e congressos, por todo planeta, se ocuparam com a crescente profissionalização das quadrilhas que agem livremente na Internet. Não elegeria esse tema como prioridade para o momento, não fosse um outro perigo iminente, para o qual me vi na obrigação de informar ao público. Pode parecer estranho, mas a ameaça a qual me refiro não vem de criminosos, nem de invasores de sistemas alheios, e sim das cabeças dos que deveriam ser os responsáveis pela segurança dos usuários da rede. Venho notando que um certo entendimento tem tomado forma entre alguns setores de segurança pública, segurança da informação, jurídico e talvez do mercado financeiro: A de que um proprietário de uma rede doméstica sem fio eventualmente poderia ser criminalizado e punido, caso alguém usasse indevidamente sua rede para cometer crimes, sem seu consentimento ou conhecimento. Pode parecer surreal, mas a verdade é que certos ‘especialistas’ andam falando aqui e ali que, em determinados casos, as vítimas de um crime cibernético podem estar exercendo um papel na consecução do delito do qual é alvo. Em outras palavras isso também quer dizer que: se você usar seu computador para navegar na internet, e por não saber configurar antivírus, antispywares, ou por uma ação inadvertida ele for invadido, seja para roubarem a senha de sua conta corrente, ou transformado em zoombie machine (máquina zumbi), ficando a mercê de criminosos, eventualmente isso poderia ser interpretado como cumplicidade. Ou no mínimo, um crime culposo. Tal como alguém que fere, ou mata uma pessoa, sem intenção, ou mesmo sem saber. Adianto que essa idéia é absolutamente temerária e profundamente inconveniente. Ninguém aqui pretende tratar os usuários novatos em internet como acéfalos, pois, por mais ignorantes a respeito de informática que sejam, isso não significa que é um ser inerte, ou estúpido. Entretanto, um País que sequer conseguiu levar adiante a inclusão digital, já pensa em punir os poucos (comparado aos Países civilizados) que conseguem se conectar? E assim mesmo, esses ‘poucos’ foram apresentados à automação e ao desenvolvimento tecnológico, por decisão de terceiros. Tal como os bancos. Embora seja uma comodidade o cidadão poder movimentar suas finanças e acessar serviços on-line, por outro lado, esses usuários apenas se sujeitaram a tais incrementos. Ninguém lhes perguntou se tinham opinião a dar sobre a disponibilidade desses recursos. Da mesma forma que ninguém lhes perguntou se sabiam que redes de computadores são vulneráveis em diversos níveis. Mesmo com os altíssimos investimentos em segurança da informação realizados pelo sistema bancário (pode-se dizer que do lado mais forte é quase impenetrável), não me consta que algum player do mercado financeiro tenha deixado de oferecer internet banking por constatar que acessos on-line oferecem riscos. Então, pergunto eu, porque o usuário, o elo mais fraco dessa relação cibernética, teria que arcar com as conseqüências de ser lesado, assumindo prejuízos, e ainda sendo enquadrado num crime o qual não cometeu? Ora, mas que absurdo é esse? Parece que se trata do mesmo desmando que originou a falta de segurança jurídica para os consumidores contra os bancos e operadoras de cartões de crédito. Tudo indica que essa ‘doutrinação’ que vem por aí tem algo a ver com alguns banqueiros insatisfeitos com a atuação das autoridades, que não conseguem conter as organizações criminosas (só prendem depois que os meliantes já faturaram milhões). Como devem estar levando prejuízo com ressarcimentos de dinheiro subtraídos das contas de um crescente número de clientes, estão ensaiando uma forma de colocar mais essa fatura para o povo pagar. Interessante, porém, é que não vemos semelhante empenho para financiar a inclusão digital, a educação e a inclusão social. Se a bandidagem cresce e consegue cooptar indivíduos de classes sociais elevadas, e colocar a serviço do crime pessoas altamente profissionais e de grande talento, porque os defensores da criminalização das vítimas, não fazem o caminho inverso e começam a tratar bandidos como bandidos, e pessoas de bem, como pessoas de bem? Temos hoje uma das mais bonitas Constituições do mundo que, no entanto, foi transformada em grande parte em letra morta ou deturpada. Não preciso redigir um tratado para provar isso. Assistimos todos os dias as injustiças cometidas em nome da lei; pessoas sendo presas e fichadas como homicidas por agirem em legítima defesa; criminosos hediondos usufruindo regalias em função de ‘brechas’ na lei, ou sendo postos em liberdade após matarem, seqüestrarem e praticar o tráfico de drogas, de pessoas ou animais. Rouba-se o indivíduo, assaltam-se os cofres públicos: Ser corrupto não tem preço. Mas para tudo o que o dinheiro pode comprar, usa-se o direito de ampla defesa. Vão me perdoar o trocadilho, mas infelizmente é esse o rumo que as coisas podem tomar também no mundo virtual. Bom que se diga que não tenho nada contra as pessoas serem mais cuidadosas, e as forças de segurança pública tentarem conscientizar os internautas a se precaverem. Ao contrário, quero mais é ver uma inclusão digital de verdade. Não essa política perversa que de um lado incentiva o uso da internet, e do outro tentar dificultar o acesso para que a população não adquira conhecimento, e comece a exigir as riquezas sobre as quais estão sentados. Acho igualmente deplorável o histrionismo de algumas manchetes que vemos por aí a respeito do assunto. Em vez de esclarecerem ao público de forma criteriosa e crítica, apenas ficam emitindo falsos alertas e criando mitos. Sobretudo porque notícias sobre segurança da informação podem fornecer muita matéria-prima para sensacionalismos baratos. É tudo uma questão de abordagem. Por enquanto, o assunto em tela trata apenas de uma discussão oportunista, ainda restrita à mídia. O que é bastante para se ficar atento, pois certamente grupos de poder estão por trás disso, e desejam, num primeiro momento, conquistar legitimidade para seus pleitos. Mas se a sociedade acatar passivamente essas decisões vindas ‘de cima para baixo’, pode contar que num futuro próximo possivelmente irão criar leis para – por exemplo - puni-lo caso sua casa seja assaltada. Isso se também não criarem um novo imposto a título de ‘seguro obrigatório’. by Alice Ramos TI na Fórmula 1TI em alta velocidade
A Formula 1 é bem mais do que pilotos e carros em alta velocidade. Por trás das câmeras, há uma grande equipe de TI correndo para a escuderia ser campeã (...) Leia a matéria completa por Paolo Del Nibletto. Copyright 2007 IDG Brasil Ltda. Todos os direitos reservados. |
|
|