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Software transforma mensagem de voz em e-mail
A companhia, conhecida como Ribbit, está introduzindo um serviço chamado Amphibian, baseado na noção de que sua tecnologia funciona dentro e fora da água - tornando os recursos de voz encontrados em telefones acessíveis em computadores ou muitos websites.
Usuários podem manter conversas através de páginas na internet. As ligações recebidas podem ser enviadas para o correio de voz (voicemail) para transcrição automática, permitindo que sejam devolvidas ou repassadas como em emails. O recurso é possibilitado pelo serviço de transcrição SimulScribe. "Estamos fundindo computadores e telefonia", disse Crick Waters, vice-presidente de estratégia da Ribbit.
O Amphibian (Anfíbio, em inglês), que deve sair durante o primeiro trimestre deste ano, será anunciado nesta semana em Palm Desert, Estado da Califórnia, na Demo, uma conferência semestral que serve como plataforma de lançamento de novas companhias de tecnologia.
O preço do produto ainda não foi determinado, relataram executivos da Ribbit, mas acrescentaram que estão considerando cobrar 10 dólares ao mês por 40 voicemails via texto. Um serviço ilimitado deve custar 15 dólares ou mais. by Reuters (Plantão INFO Microsoft Academy Day, Zona Oeste - RJ (2ª Edição)
Temos um grande evento nesse sábado, 26/01/2008 na UEZO em Campo Grande! É a 2ª edição do Microsoft Academy Day, Zona Oeste - RJ.*
* Logomarca e uso do nome fornecido gentilmente pelo Herleson Pontes, MVP do Ceará, autor da idéia. Rede Sem Fio Gratuita: Delícias e PerigosOs governos do Rio de Janeiro e de Brasília anunciaram recentemente que vão oferecer acesso à Internet sem fio (WiFi) gratuitamente para todos os cidadãos. Muitas outras cidades grandes vão imitar. É uma coisa absurdamente revolucionária. Maravilhoso, não é?. Só que uma coisa é uma rede gratuita em uma cidade pequena, como Sud Menucci, outra totalmente diferente é disponibilizá-la em uma grande cidade, com milhões de pessoas e de empresas. Querem ver? Então vamos lá. Por Renato Sabbatini Os 5 usuários do inferno, na visão do pessoal de TIConheça os perfis dos cinco usuários que mais infernizam a vida dos profissionais de TI e acompanhe também a definição do usuário que eles consideram dos sonhos
Ah, usuários finais. Sem dúvida, nós os amamos. A maioria de nós não teria emprego sem eles. Mas isso não significa que não enlouqueçam a área de TI às vezes, ou mesmo a maior parte do tempo. Assim como o veterinário do zoológico cuida dos macacos de um jeito e dos rinocerontes de outro (brincadeirinha...), TI deveria talhar suas respostas para os estilos individuais de seus usuários finais, segundo os gerentes de suporte.
Uma coisa é certa: cordial ou não, a interação entre a equipe de suporte e os usuários finais só deverá aumentar. A demanda por serviços de suporte a TI continua crescendo à medida que novos sistemas e aplicações são implementados, de acordo com uma pesquisa realizada em 2006 pela supportindustry.com, empresa que fornece dados de pesquisas e tendências para os setores de suporte ao cliente e help desk.
Ao mesmo tempo, cerca de 43% dos entrevistados disseram que seus orçamentos estavam sendo congelados ou reduzidos – o que significa que os help desks estão sendo utilizados ao máximo atualmente. E esta pressão contribui para que este emprego se torne cada vez mais exigente, complexo e, às vezes, não valorizado.
É um emprego em que as habilidades pessoais e o serviço ao cliente são tão importantes quanto o know-how técnico. Afinal, seus clientes – desde o assistente administrativo ao CEO -- representam um amplo espectro de personalidades. Lidar com estas personalidades pode ser um ato de equilíbrio delicado, mas nunca se esqueça de que são seus colegas de trabalho. Se você perder a calma ou tiver um embate desagradável com um deles, terá que vê-lo ou conversar com ele amanhã, no dia seguinte e assim por diante.
A verdade é que o comportamento do usuário tende a seguir determinados modelos, independente da indústria. “Não importa qual é o negócio. Os usuários são sempre os mesmos”, diz Anthony McCloud, técnico de help desk de sistemas de informação da Mac Equipment, fabricante de filtros de ar.” Quais são os arquétipos destes usuários e qual é a melhor maneira de lidar com eles? Apresentamos os cinco tipos de usuários mais comuns, colhidos entre profissionais de TI em campo, e acrescentamos uma variedade angelical para proporcionar uma boa medida. Clique aqui!
by Computerword O bê-a-bá da Gestão de Risco e GovernançaA gestão de risco é implementada basicamente por dois motivos. O primeiro para aumentar a eficiência operacional - e reduzir perdas como fraudes, falhas, sinistros e acidentes - e pode nos levar a uma melhoria dos processos. A segunda razão é para atender leis e regulamentações como o Acordo Basiléia 2, que obriga as instituições financeiras a implementar a gestão de risco operacional.
A ausência da gestão de risco pode fazer com que as empresas não consigam alcançar seus objetivos ou completar sua missão. Ao mesmo tempo, ajuda as organizações que pretendem abrir o capital ou conseguir investimentos: é uma garantia adicional aos acionistas e investidores. Existe uma forte recomendação que a gestão de risco seja integrada com a governança e a área de compliance, formando um modelo integrado ou GRC-Governança, Risco e Compliance. Nesse tripé, a govemança, de forma simples, pode ser entendida como um novo modelo de gestão de empresas, que usa princípios como transparência, sustentabilidade, prestação de contas, ética, conformidade e equidade. Ela também proporciona uma maior credibilidade aos investidores e acionistas, à sociedade e à força de trabalho. E mais importante: a credibilidade pode significar geração de riqueza. A Bovespa-Bolsa de Valores do Estado de Paulo tem dois modelos de governança e todas as empresas que tem o capital aberto na bolsa devem se adequar a um deles. Já a gestio de risco pode ser definida como um processo sistemático que tem como objetivo identificar, analisar, responder, comunicar e monitorar os riscos, Já o compliance é a conformidade com as leis, regulamentações e contratos. Um bom exemplo disso são as empresas brasileiras que tem ações na Bolsa de Nova York (NYSE), por exigência da SEC (entidade que regula o mercado americano, parecida com a CVM). Elas são obrigadas a implementar os requisitos da Lei Sarbanes Oxley, que deve garantir a transparência das informações contábeis e financeiras das companhias. O grande desafio nesse cenário é a implementação da GRC. Para ajudar nessa tarefa, temos alguns frameworks, guias e melhores práticas, tais como o Coso 2, também conhecido como ERM (Enterprise Risk Management), mantido pelo Committee of Sponsoring Organizations. O Coso é um framework que norteia e facilita a implementação da gestio de risco corporativo e controle interno. Já para área de TI, onde passa a maioria dos processos críticos de negócios, essa implementaçio merece uma maior atenço. Para facilitar, temos um outro framework, o Coblt, mantido pelo ISACA. O Cobit funciona como um consenso entre o mercado e os órgos reguladores. Ele representa as melhores práticas para a governança de TI, para conseguir e sustentar o compliance com leis e regulamentações. Texto de propriedade da IT Midia S.A. ou IBM do Brasil S.A. - Todos os direitos reservados No geral, 2008 será promissorApesar das incertezas geradas pelos problemas na economia norte-americana, estimativas apontam que o crescimento do setor de TI no mundo, em 2007, foi superior às projeções mais otimistas. No Brasil o mercado cresceu percentualmente mais que o PIB. Em 2008, vários fatores prometem contribuir para um desenvolvimento ainda maior.
Exibir artigo completo... (por Alice Ramos) Internet Explorer 8 versus Firefox IE8 falso: esta tela foi montada por alguém com partes do IE7 e do Office 2007, A futura versão 8 do Internet Explorer pode ficar pronta em 2009. No início deste mês, num encontro com blogueiros americanos, Bill Gates declarou-se surpreso pelo fato de a equipe de desenvolvimento do Internet Esplorer 8 não estar divulgando mais informações sobre o produto. Ele acrescentou que o IE8 será tratado na MIX, conferência que a Microsoft realizará em março nos Estados Unidos. Como geralmente acontece com produtos no estágio inicial de desenvolvimento, a Microsoft tem se mantido silenciosa sobre o IE8, o sucessor do navegador incluído no Windows. Mas algumas informações têm sido divulgadas ocasionalmente por executivos da empresa. Um deles, Chris Wilson, arquiteto de plataforma para o IE, disse, algum tempo atrás, que melhorar a segurança continua sendo a prioridade número 1. Wilson também falou em melhor suporte ao padrão Cascading Style Sheet (CSS) 2.1 e em mudanças no modelo de objetos para melhorar a compatibilidade com outros navegadores. A lista inclui, ainda, novas APIs para JavaScript assíncrono e XML. Outra alteração mencionada por Wilson seria os desenvolvedores de sites passarem a optar entre seguir os padrões próprios do IE ou os padrões abertos oficiais. Algum comando no código da página passaria essa informação ao navegador. Outros executivos da Microsoft já mencionaram a intenção de liberar uma nova versão do IE a cada dois anos. Como o IE7 apareceu em 2006, isso, levaria à finalização do IE8 já em 2008. Mas o mais provável que que apareçam apenas cópias beta em 2008. A versão final ficaria para 2009. Vale lembrar que, nos últimos anos, o IE perdeu participação no mercado. Em 2005, o navegador da Microsoft era usado por 87% dos internautas segundo a empresa NetApplications. Neste ano 2007, a participação caiu para 79%. Enquanto isso, Firefox e Safari ganharam mercado. Mesmo considerando a folgada liderança do IE, o avanço dos rivais não pode ser desprezado. E a Microsoft terá de se mexer se quiser evitar uma perda ainda maior de participação. Postado por Mauricio Grego (INFO) em 19/12/2007 |
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